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Orient automático ou quartzo: qual escolher

É a primeira pergunta de quase todo mundo que chega à Finesse: “automático ou quartzo?”. E é uma boa pergunta, porque não existe resposta errada, existe a resposta certa para você. Neste guia, explicamos como cada movimento funciona, onde cada um brilha e como escolher sem arrependimento.

Como funciona um relógio automático

Um relógio automático é um pequeno mecanismo vivo. Dentro dele, dezenas de engrenagens, uma mola e um rotor trabalham juntos: o movimento natural do seu pulso dá corda no relógio, que armazena essa energia e a libera de forma controlada para mover os ponteiros. Nada de bateria, enquanto você usa, ele funciona.

A Orient fabrica os próprios calibres automáticos no Japão desde 1950, o que é raro até entre marcas muito mais caras. É por isso que um Orient automático é considerado uma das melhores portas de entrada da relojoaria mecânica no mundo, do clássico Bambino ao Esqueleto, que deixa toda essa mecânica à vista.

Como funciona um relógio de quartzo

O quartzo é o triunfo da praticidade. Uma bateria alimenta um pequeno cristal de quartzo que vibra 32.768 vezes por segundo, e é essa vibração, extremamente estável, que marca o tempo. O resultado: precisão altíssima e zero preocupação. Você só lembra dele quando troca a bateria, em média a cada dois ou três anos.

E o quartzo tem evoluções elegantes: a linha Solartech, da Orient, carrega a bateria com a luz do ambiente, sem troca nunca, e os G-Shock da Casio levam o quartzo ao extremo da resistência.

O quartzo marca o tempo com exatidão. O automático faz você sentir o tempo passar.

Frente a frente

Critério Automático Quartzo
Precisão ±15 a 25 segundos por dia ±15 segundos por mês
Energia Movimento do pulso (sem bateria) Bateria, ou luz, nos solares
Manutenção Revisão a cada 4–5 anos Praticamente nenhuma
Ponteiro de segundos Desliza suavemente Salta de segundo em segundo
Preço de entrada Um pouco mais alto Mais acessível
Encanto Mecânica viva, fundo muitas vezes transparente Discrição e praticidade

O automático é para você se…

O quartzo é para você se…

E a durabilidade?

Aqui vai uma boa notícia: os dois duram décadas quando bem cuidados. A diferença é a natureza do cuidado. O automático pede uma revisão de tempos em tempos, como um bom carro; o quartzo pede apenas a troca da bateria, de preferência em assistência autorizada, para preservar a vedação da caixa.

Em ambos os casos, comprar em uma loja oficial faz diferença: você garante a procedência do relógio, a garantia oficial e o suporte de quem conhece cada calibre. É exatamente para isso que a Finesse existe.

Resumo da Finesse: se o relógio vai ser seu companheiro diário e você se encanta por mecânica, vá de automático, é a alma da Orient. Se busca praticidade total ou um primeiro relógio sem cerimônia, o quartzo serve você muito bem. E se puder… tenha um de cada.

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